REDES SOCIAIS
BUSCA DE NOTÍCIAS
Carregando
NOTÍCIAS
Informações da Assembleia da CNBB - segundo dia - 13/04/2018
Núncio Apostólico preside missa no segundo dia de Assembleia da CNBB no Santuário Nacional
Núncio Apostólico do Brasil reflete sobre evangelho de João e convida a todos a oferecer a vida, os estudos e anseios a Deus
No segundo dia da 56ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, Dom Giovani D'Aniello, Núncio Apostólico do Brasil, presidiu a santa missa no Altar Central do Santuário de Aparecida. Com a presença de cerca de 400 bispos de todo o Brasil, Dom Giovani refletiu sobre o evangelho de João, Capítulo 3, Versículos de 31 a 36, e nos convidou a colocar todos os estudos, trabalhos e anseios diante de Deus para que as graças da ressurreição possam impactar nossas vidas e também a assembleia.
Dom Giovanni lembra que devemos manter as atenções sempre em Cristo, pois Ele é a salvação. "Se por um lado, Jesus na cruz poderia indicar o fim de sua missão, por outro sua ressurreição resplandece como resposta definitiva e desconcertante ao pecado e à morte." reforça.
Por fim, o representante do vaticano no país propõe colocar Cristo como meta de vida. "Temos que ter a Cristo em meta, imitando suas virtudes, para viver de maneira completa. Uma meta elevada, um caminho de subida rumo ao alto para a vida eterna.", finaliza.
Fonte: A12.com
-------------------------------------------.
Bispos novos: jovens, nordestinos na maioria e enviados para cinco regiões do Brasil
O quadro dos quinze novos bispos brasileiros nomeados desde a última assembleia geral, em 2017, tem caraterísticas interessantes quanto a idade, a região de origem e a particularidade das dioceses para quais foram enviados pelo Papa Francisco. Nesta quinta-feira, 12 de abril, eles formaram a primeira parte da procissão de entrada da missa presidida pelo Núncio Apostólico no Brasil, dom Giovanni D’Aniello e concelebrada por todos os bispos que participam da 56ª assembleia da CNBB, em Aparecida (SP).
Idade
Do grupo todo, apenas três não completaram cinquenta anos: dom Vitor Agnaldo de Menezes (1968), dom Juarez Delorto Secco (1970) e dom Francisco Cota de Oliveira (1969). Os outros todos são cinquentões: os padres Limacêdo Antônio da Silva (1960) e padre Eduardo Malaspina (1967), nomeados, mas ainda não foram ordenados e dom Jailton de Oliveira Lino (1965), dom Paulo Celso Dias do Nascimento (1963), dom Vitor Agnaldo de Menezes (1968), dom Aldemiro Sena dos Santos (1964), dom José Altevir da Silva (1962), dom Antônio de Assis Ribeiro (1966), dom Francisco de Assis Gabriel dos Santos (1968), dom Amilton Manoel da Silva (1963), dom André Vital Félix da Silva (1965), dom Jacy Diniz Rocha (1958) e dom Luiz Antônio Lopes Ricci (1964).
Origem
Quanto à terra natal, o quadro dos novos bispos tem o seguinte registro bem diversificado: três baianos (dom Jailton, dom Vitor e dom Aldemiro); três paulistas (P. Malaspina, dom Amilton e dom Luiz Antônio); dois pernambucanos (dom André e P. Limacedo). E ainda: um sergipano (dom Paulo Celso), um amazonense (dom Altevir), um paraense ( dom Antonio de Assis), um paraibano (dom Francisco de Assis) e um espírit0-santense (dom Juarez).
Missão episcopal
Quanto aos locais par aonde foram enviados para trabalhar, o quadro dos novos bispos se encontram do seguinte modo: seis para o Nordeste brasileiro (P. Limacedo, dom Jailton, dom Vitor, dom Aldemiro, dom Francisco de Assis e dom André); três para o Sudeste (P. Malaspina, dom Paulo Celso e dom Juarez); dois para a região Norte (dom Altevir e dom Antonio de Assis); dois para o Sul (dom Francisco Cota e dom Amilton) e um para a região Centro-Oeste (dom Jacy).
Fonte: CNBB
-------------------------------------------.
“Vim com a expectativa de ser despertado a partir das temáticas abordadas” diz novo bispo
Quinze bispos foram nomeados e empossados entre a 55ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realizada em abril de 2017 e a 56ª AG que se realiza em Aparecida (SP) de 11 a 20 de dezembro. Entre eles está o dom Francisco de Assis Gabriel dos Santos, bispo de Campo Maior (PI). Sua posse aconteceu dia 30 de setembro, na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, com a presença de cerca de 7000 mil pessoas.
O bispo cujo lema episcopal é “Spe Gaudentes”: Alegres na Esperança, chegou com uma grande expectativa para a sua primeira assembleia. “Tenho uma expectativa boa de encontrar os irmãos bispos e, ao mesmo tempo, ser despertado para a missão a partir das temáticas abordadas. Entre elas a formação do presbítero a partir dos tempos e desafios de hoje que a Igreja passa a cada dia”, disse.
Tendo se ordenado pela congregação do Santíssimo Redentor, os redentoristas, o religioso aponta a fraternidade como um ponto central para a formação de novos padres. “Hoje, inclusive nas dioceses, temos que formar para a fraternidade. Cada vez mais há uma necessidade da convivência fraterna”, disse.
Dom Francisco disse que só a formação para a fraternidade será capaz de garantir que os novos presbíteros se abram e abram seu coração à fraternidade como sugere o papa Francisco que fala da necessidade da ternura e de ter um coração terno. “Aquele que escuta e se coloca à disposição, mãos e coração na direção daquele que precisa, estes serão os novos padres para estes novos tempos”, disse.
Rumos para novos bispos – A AG, na avaliação do bispo, está apontando caminhos na medida em que ajuda os bispos a olharem para os desafios da realidade. “Ontem tivemos uma análise de conjuntura sobre os desafios da evangelização na cidade. Não podemos pensar a evangelização nem tampouco a formação dos padres sem levar em conta a realidade”, disse.
Além dos debates da assembleia geral, o pastor cita os caminhos apontados pelo papa Francisco por meio de suas exortações. Mas ele adverte que a realidade deve ser o critério adotado por um bispo. “A realidade tem que ser o olhar primeiro. É de lá que surgem as vocações, é lá que tem a realidade do pobre, do desempregado, do que não tem casa. E também a realidade do homem psicológico que sofre. Hoje temos a problemática da depressão”, destacou.
Para o religioso não se pode perder o olhar, a partir da realidade, e começar a pensar as respostas a partir de uma ação missionária evangelizadora em conjunto. Neste sentido, o bispo reafirmou a importância do colegiado da CNBB, dos regionais e depois a autonomia da própria diocese para trilhar os seus caminhos.
Dom Francisco é natural de Esperança na Paraíba. Ordenou-se padre em 22 julho de 2000, em Esperança (PA). Além de filosofia e teologia, é formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco. Foi nomeado bispo em 21 de junho de 2017. O bispo é autor do livro: “Dom Helder abrindo caminhos”, lançado em 2006.
Fonte: CNBB

Outras Notícias
LUTO - NOTA DE FALECIMENTO
Sábado, 23 de Junho de 2018
VER MAIS
LUTO - DIOCESE DE CAMPO MOURÃO
Segunda-Feira, 21 de Maio de 2018
VER MAIS
Papa: a fé se transmite com amor e testemunho
Quinta-Feira, 10 de Maio de 2018
VER MAIS
Novena a Nossa Senhora de Fátima
Quinta-Feira, 10 de Maio de 2018
VER MAIS
Presidência da CNBB participa de Encontro de Bispos dos Países Lusófonos
Quinta-Feira, 10 de Maio de 2018
VER MAIS
Papa Francisco: trabalho significa dignidade, significa amar
Quarta-Feira, 9 de Maio de 2018
VER MAIS
Papa: "O silêncio de José é habitado pela voz de Deus"
Quarta-Feira, 9 de Maio de 2018
VER MAIS
Papa Francisco no Divino Amor: rezemos juntos pela paz na Síria
Quarta-Feira, 9 de Maio de 2018
VER MAIS
Hoje a Igreja celebra os Papas Santo Anacleto e São Marcelino
Sexta-Feira, 27 de Abril de 2018
VER MAIS
Papa: não estamos sós na luta contra o mal
Sexta-Feira, 27 de Abril de 2018
VER MAIS
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 PRÓXIMO ARQUIVO DE NOTÍCIAS
DIREITOS RESERVADOS - DIOCESE DE CAMPO MOURÃO - 2012
DESENVOLVIDO POR: