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Dom Javier, renuncia ao governo Pastoral da Diocese de Campo Mourão - 05/12/2017
Ao completar 75 anos de idade, o Código de Direito Canônico, recomenda que o bispo deva solicitar a sua renúncia ao governo pastoral da diocese. Por isso neste dia Dom Francisco Javier falou com exclusividade ao jornal servindo.
Após 41 anos da ordenação sacerdotal, 39 anos de trabalho na diocese de Campo Mourão e transcorridos mais de 8 anos no governo da diocese de Campo Mourão é chegada a hora de passar o cajado de pastor da querida Diocese de Campo Mourão para aquele que o Senhor escolheu, Dom Bruno Elizeu Versari, até hoje bispo coadjutor.
A partir de agora vocês ouvirão do seu bispo um português limpo, bem falado, com boa gramática, brincou Dom Javier.
Dom Javier, retomando as palavras do evangelista São João, que é seu lema episcopal, “EGO ELEGI VOS” - Eu vos escolhi (Jo 15,16). Fala de sua alegria ao completar 75 anos de idade, da forma como chegou. Agradecendo, fez referência, aos padres, diáconos, seminaristas, religiosos e religiosas, agentes de pastorais nas paróquias e comunidades, leigos e leigas consagrados, fiéis cristãos, “homens e mulheres de boa vontade, chamando-os de “colaboradores da esperança a serviço do Evangelho na Diocese de Campo Mourão”.
O diálogo de bom pastor percorreu toda a conversa como reflexão e partilha. Reflexão cuidadosa e partilha sincera “daquilo que o Senhor fez em favor desta parcela do seu povo confiada à nossa solicitude”.
Para dom Javier, Campo Mourão que foi a Igreja que lhe acolheu desde 1978, foi a igreja na qual plantou raízes e “com ela trabalhei e por ela fui cuidado, a fim de que crescesse em humanidade e na experiência com Deus, que promove compromisso com o ser humano”.
O itinerário da sua despedida foi traçado pelos momentos históricos vividos pela Diocese de Campo Mourão e pelos acontecimentos eclesiais de alcance mundial, nacional e regional. É preciso disse dom Francisco Javier, “enaltecer a vitalidade da Igreja mourãoense”.
Dom Francisco Javier se propõe empreender um momento de despedida e de graças pelo que se construiu, “entre acertos e erros”, trazendo à memória “o que me pode trazer esperanças” (Lm 3,21). E o fez através do retrospecto, que na história está o motivo da ação de graças. Dom Javier recorda seus antecessores, fala das dificuldades iniciais e das lutas do dia a dia até o sonhar
com futuro de esperanças.
O bispo se emociona ao lembrar de Dom Virgílio, que para ele “representa o caráter hospitaleiro do bom povo de Campo Mourão. Igreja inicialmente constituída por sacerdotes provindos de tantas nacionalidades. Igreja que soube receber com amor, e se esforçar com decisão em prol da obra missionária em todos os estágios de sua caminhada cristã”.
“A acolhida que sempre recebi entre vós, é marca identitária do modo mourãoense de responder ao Evangelho. A nossa Igreja diocesana sabe mover suas forças para dar vida ao espetáculo da hospitalidade”, diz dom Javier.
Num segundo momento da sua conversa com o JS, Dom Francisco fala do presente que entra na história e se faz semente, para dar fruto no amanhã.
Dom Francisco lembra das conquistas deste período e retrata a Missão evangelizadora, a Formação do Clero e o Patrimônio Diocesano, dos frutos a colher e do desafio a vencer.
Na mensagem final, Dom Francisco Javier diz: “Eu vos ofereço estas palavras de memória e gratidão como lembranças de alguém que tanto ama essa região, seu povo e sua Igreja. Encerro com as palavras de despedida proferidas por Paulo para a comunidade de Éfeso: ‘Agora entrego-vos a Deus e à sua palavra misericordiosa, que tem poder para edificar e dar a herança a todos os que foram santificados’ (Atos 20,32). De forma simples, mas com sinceridade e entusiasmo, deixarei aqui parte daquilo que carrego no coração. Gratidão pela história e esperança no futuro. Vou continuar a morar em Campo Mourão, ao lado da casa episcopal, pois continuamos juntos, Dom Bruno e eu. Agora vou tirar um tempo, vou fazer um retiro. Depois farei um curso de formação, e depois quero continuar a servir o povo de Campo Mourão”.
Na conclusão Dom Javier pediu para que todos continuem a rezar por ele e pelas vocações. Ainda emocionado, falou do momento em que terminou a homilia domingo na Catedral e que recebeu de todos presentes em pé um momento de forte e estrondoso aplauso, que brotou de forma espontânea e emocionante como um agradecimento de todos os diocesanos presentes. Essas palmas estão a ressoar nos meus ouvidos como um muito obrigado.

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